terça-feira, 31 de julho de 2012

Oiie pessoal sooo avisandooo q euu mary volteiiii coom o blog mas a minha BEST.. naum estara nele... entaoooo aparte de hjjj novas postagens e videos meus para vxss
   OBG:Mary Beijkssss

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Moda Rock anos 50 e 60

Moda-Rock anos 50 e 60


Folheando a minha revista Gloss do mês de setembro me deparei com um editorial de moda maravilhoso inspirado nos anos 50 e 60, ressaltando a linha das pin-ups americanas e do Rock and Roll da época. Então pensei: “isso tem que ir para o Fashion Rock”.

O editorial resgata peças com poás (que eu amoooo!!), saias rodadas, cintura marcada, maquiagem retrô, que eram usadas em mil novecentos e bolinha, assim como a revista entitula a matéria. Tudo remete a um ar bem vintage, que estará em alta nas próximas estações.

As fotos foram realizadas na Barbearia 9 de julho, que fica na Rua Augusta em São Paulo, que é toda decorada como as barbearias da década de 50, dando um charme todo especial ao editorial. Bela escolha! A decoração do lugar é um espetáculo, realmente, como o site da barbearia diz: "Homens de qualquer idade e estilo podem cuidar da aparência e relaxar num verdadeiro santuário para cavalheiros".


Estamos postando somente as fotos, portanto, se quiseram mais informações sobre as roupas, acessórios e todo o resto, terão que comprar a Gloss deste mês. Mas vale à pena, a revista é bem completa, principalmente para o público de 20 a 30 anos!!



It’s only Rock and Roll!!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Welcome To The Jungle

Guns N' Roses (às vezes abreviado como G N' R ou GnR) é uma banda americana de hard rock, formada em Hollywood, Los Angeles, Califórnia, em 1985. A banda já lançou seis álbuns de estúdio, três EPs e um álbum ao vivo. A formação clássica original, que assinou contrato com a Geffen Records, consistia no vocalista Axl Rose, o guitarrista solo Slash, o guitarrista rítmico Izzy Stradlin, o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler. O co-fundador Axl Rose é o único membro original do atual Guns N 'Roses.
A banda já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo,[3][4] sendo cerca de 43 milhões somente nos Estados Unidos.[5] O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction[6] vendeu cerca de 28 milhões de cópias no mundo todo, sendo certificado 17 vezes platina pela RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América).[7][8]
A formação atual inclui o vocalista e pianista Axl Rose, guitarristas solo Ron "Bumblefoot" Thal e DJ Ashba, guitarrista rímico Richard Fortus, o baixista Tommy Stinson, tecladistas e backing vocals Dizzy Reed e Chris Pitman, e o baterista Frank Ferrer.
O estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo durante uma nova era de dominação do hard rock no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Enquanto o glam metal liderava nas vendas de discos, tabelas de vídeos e rádio, os Guns N' Roses ofereciam um som mais tradicional do rock, e conquistaram muitos fãs, impressionados pela autenticidade entusiasmante.[9]
Seu novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23 de Novembro (EUA) e 25 de novembro 2008 no Brasil e já vendeu (10 de junho de 2010) cerca de 7 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias.

Índice

 [esconder

História

Formação (1985-1986)

O grupo foi formado no início de 1985 pelos membros do Hollywood Rose Axl Rose (vocais) e Izzy Stradlin (guitarra rítmica), membros do L.A. Guns Tracii Guns (guitarra), Ole Beich (baixo) e Robbie Gardner (bateria). A nova banda criou o seu nome através da combinação de dois dos nomes dos membros do grupo. Depois de pouco tempo (vários relatórios indicam apenas 2 ou 3 shows foram feitos com o Guns, Beich & Gardner), o baixista Ole Beich foi substituído por Duff McKagan enquanto a falta de Tracii Guns nos ensaios levou à sua substituição por Slash.
Slash tinha tocado com McKagan no Road Crew e com Stradlin durante um curto período no Hollywood Rose. A nova line-up se reunira rapidamente, mas pouco antes de embarcar em uma turnê, curta o bastante e desorganizada de Sacramento, Califórnia, para a cidade de Duff casa de Seattle, Washington, o baterista Rob Gardner saiu e foi substituído por um amigo de Slash, Steven Adler. A banda, que continuou a ser chamada Guns N' Roses, mesmo depois da partida de Tracii Guns, estabeleceu a sua primeira linha estável até no chamado "Hell Tour". Em uma entrevista, Slash disse: "Isso [viagem para Seattle] é realmente o que consolidou a banda" e estabeleceu a sua química.
A estréia nos palcos da nova formação aconteceu em 6 de Junho de 1986, no conhecido Troubador em Hollywood, para cerca de 150 pessoas. Após isso, a banda seguiu para Seattle onde teve a sua turnê de estreia, conhecida por Hell Tour. Sobre esta turnê do Guns, pode-se afirmar que foi um fracasso, pois no caminho entre Los Angeles e Seattle, a van onde os gunners viajavam quebrou, não restando alternativa a não ser abandonar o veículo e pedir carona. E esta carona, demora mais de dois dias para chegar, atrasando seu primeiro compromisso em Seattle, causando, como consequência, o cancelamento da turnê inicial do Guns N' Roses pelos EUA, fazendo com que Axl e cia vendessem parte do equipamento para voltar para casa.
Morando em Los Angeles, sem contrato e competindo com centenas de bandas do mesmo estilo, o Guns N’Roses contava com algo além da música para sobreviver: roubaram, venderam drogas e mulheres durante algum tempo. Em 1986, contornando as dificuldades, gravaram um EP (disco de menor duração) com quatro músicas. O nome do disco, lançado de forma independente, era http://pt.wikipedia.org/wiki/Live_%3F!*@_Like_a_Suicide, e continha quatro músicas gravadas ao vivo (inclusive um cover do Aerosmith, Mama Kin).
O disco foi anunciado como uma gravação ao vivo, embora Rose revelaria anos mais tarde, que foi simulado. O EP composto por quatro músicas de fitas da banda demo com o ruído da multidão sobreposta. Continha covers de Rose Tattoo, "Nice Boys" e do Aerosmith "Mama Kin", juntamente com duas composições original: o hino punk "Reckless Life" e o rock clássico inspirado "Move to the City", ambos dos quais foram co-escritas por membro fundador Hollywood Rose, Chris Weber. O vinil original de Live ?!*@ Like a Suicide tornou-se um valioso e procurado após o item de colecionador, mesmo que as faixas foram re-emitidos dois anos mais tarde, no álbum G N' R Lies.

sábado, 12 de novembro de 2011

#Cosplay

Originalmente conhecido como masquerade, o cosplay NÃO foi criado no Japão. O primeiro cosplay conhecido foi criado por Forrest J. Ackerman em 1939 durante a primeira Worldcon, na companhia de Myrtle R. Douglas. Ele criou a veste chamada "futurecostume", enquanto ela criou uma versão do vestido do filme de 1936 "Things to Come". Desde então, tornou-se uma prática anual nas Worldcon, com concursos e atrações próprias, e mais tarde estendendo-se aos fãs de fantasia e quadrinhos. Os primeiros cosplays de mangá/anime registrados são posteriores aos anos 70, nos EUA. O fenômeno do cosplay chegou ao Japão na década de 80 pro meio de Nobuyuki Takahashi, que ficou surpreso com o costume ao visitar um Wordcon, que começou a incentivar a pratica no Japão pelas revistas de Ficção Científica. Tornou-se comum no Japão durante as Comic Markets do Japão (criadas em 1975), que se celebram em Odaiba (Tóquio), lugares de compra e venda de Dōjinshi. Esse evento prosseguiu desde então e se realiza regularmente. Lá, grupos de japoneses vestiam-se de seus personagens favoritos de mangás, animes, comics e videojogos. Assim pois, tal prática sempre tem sido muito relacionada com aqueles produtos. Contudo, com o passar do tempo, foi-se estendendo a outros domínios, em conceitos e culturas[3], ganhando foro internacional. Com a popularização do anime nos anos 90, o cosplay japones tornou-se popular no mundo todo, tratando-se de caracterizações de personagens existentes, enquanto que os primeiros cosplays (estadunidenses) estendiam-se principalmente à criação de personagens, não somente se prendendo aos pré existentes.

 Caracterização

Cosplay é originariamente de personagens de quadrinhos, hoje em dia de desenhos, animes e mangás. São pessoas que se vestem do seus persongens predileto. Cosplay originariamente ligava-se a personagens de quadrinhos. Com o passar do tempo, contudo, foi-se tornando uma tradição e um hábito que se espalhou por todos os tipos de convenções, a envolver séries ou personagens, principalmente as de Jornada nas estrelas (Star Trek) e Guerra nas estrelas (Star Wars), no qual as pessoas fantasiadas tornaram-se atração principal, em concursos de fantasia e interpretações de cenas dos filmes ou episódios, o que permitia revelar talentos de nível profissional. Rapidamente se espalhou pelo mundo todo, chegando na Comiket, famosa convenção realizada há anos no Japão, onde o termo se popularizou e se espalhou especialmente em eventos e encontros de anime, mangá e videojogos, respectivamente as animações e quadrinhos japoneses.
A palavra cosplay, como já foi dito, é uma espécie de abreviação para "costume play" (costume = roupa / traje / fantasia e play = atuar). Ou seja, o cosplayer se caracteriza como um personagem de algum livro, mangá, jogo ou filme que queira homenagear; representa a personalidade deste; e em alguns eventos pode até mesmo competir com outros cosplayers em concursos, embora o grande barato e diversão sejam a exposição e o contato social gerado dentro do ambiente. Um dos principais objetivos desse passatempo é fazer amigos.
Caracteriza-se o cosplay pelo acrônimo inglês DIY (Do it yourself - faça você mesmo): o pretendente a cosplayer providencia os materiais para a confecção (alguns mandam determinadas peças a artesãos ou costureiras, ou fazem seus cosplays inteiramente em "Cosplay Stores" (lojas especializadas em confecção de cosplays), prepara os materiais de referência, monta a apresentação (caso haja), enfim, trabalha a interpretação, o figurino e às vezes até o cenário.
É uma atividade da qual podem participar e divertir-se crianças, adolescentes e adultos de todas as idades, sexo e condição social. Alguns cosplayers chegam a gastar entre R$ 100,00 (36 ) e R$ 1.000,00 (360 ), às vezes mais, em roupas e acessórios, e levam a coisa a sério. Um passatempo como outro qualquer, porém com a singularidade de permitir o participante tornar-se seu personagem favorito por um dia. Nas gerações Star Wars, equivaleria a se vestir como um Jedi ou um cowboy de Faroeste. Nisso reside o embrião da vertente teatral do cosplay: papéis são efetivamente representados, com significativa monta de carga artística.
Cosplay de Naruto e Kakashi.
Atualmente o mercado de cosplayers tem atraído empresas de todo mundo. Muitas delas estão criando lentes de contato e outros elementos para serem usados, tornando o personagem mais próximo do real. Os preços ainda estão altos, mas a tendência é que torne-se popular.
No início, os únicos cosplays eram de personagem de Star Wars (como os Stormtroopers); mas logo os animes e mangás foram tomando conta do público. Hoje, no Brasil, já se vêem cosplays de qualquer mídia, entre elas comics, filmes, livros e até personagens de Internet.

 Cosplay no Brasil

Em convenções de jornada nas estrelas e RPG no final da década de 1980 já se encontravam fãs fantasiados de seus personagens favoritos. Todavia, tal caracterização não era ainda conhecida como cosplay, pois o termo, na época, ainda começava a se difundir no Japão. Demais, o ato de se fantasiar não era visto como um passatempo por seus praticantes, manifestando-se nas convenções apenas como um elemento de expressão dos fãs. No final da década de 1990, com a popularidade do anime Cavaleiros do Zodíaco, surgiram as primeiras convenções de anime e mangá no país, fazendo assim essa atividade ressurgir, então com nome e características próprias, e os concursos. No início, as caracterizações eram quase em sua totalidade de personagens de animação, quadrinhos ou jogos japoneses, mas ao longo dos anos outras mídias foram incorporadas pelos fãs, como quadrinhos americanos, filmes ou livros, como por exemplo, Harry Potter ou Piratas do Caribe.
Os sites "Arquivo Cosplay Brasil" e "Cosplay Party Br" foram alguns dos pioneiros a tratar do assunto no Brasil. Em 2002 ambos se uniram, formando o Cosplay Brasil, que reúne a maior comunidade brasileira de praticantes e simpatizantes do cosplay.
Anime Friends, organizado pela Yamato Comunicações e Eventos, é o maior concurso de cosplay do Brasil. Em 2007, mais de 1.200 concorrentes inscreveram-se em seis categorias. Anime Dreams, o segundo maior, com mais de 800 inscritos num só evento em 2007.
A Yamato Comunicações e Eventos organiza também o maior concurso de cosplay individual do Brasil, o YCC - Yamato Cosplay Cup. Ele é único que agrega competidores de todas as regiões do país. São 26 competidores selecionados que disputam a competição nacional em julho, destes os três primeiros colocados participam de uma etapa uma internacional em janeiro, que logo em sua primeira edição em 2008 teve seletivas no México, Chile, Argentina e Paraguai. Nestas seletivas em outros países participaram mais de 200 cosplayers interessados em competir na final realizada no Brasil. Nas seletivas nacionais, realizadas em aproximadamente 20 eventos, foram mais de dois mil competidores. A campeã da edição brasileira de 2007 foi Andressa Miyazaki, seguida por Simone Setti e Thaís Jussim.[4][5]
A Yamato organiza ainda o Circuito Cosplay, a mais tradicional competição de cosplay do país, que está atualmente em sua quinta edição. Em 2005, a vencedora foi Petra Leão; em 2006, Thaís Jussim; em 2007, Andressa Miyazaki; em 2008, Lucyana Reimão; em 2009, Kátia Costa; e em 2010 Marcos Teixeira.
A Editora JBC organiza o WCS Brasil que reúne 15 duplas de todo o país para competir para saber qual a melhor do país que vai representar-nos na final mundial que é realizada no Japão. Uma vaga é da dupla vencedora do ano anterior, treze são distribuídas por eventos parceiros e uma sai em uma repescagem. Em 2007, o evento teve média de 4 a 5 duplas inscritas por seletiva. Em 2006, os irmãos Mauricio Somenzari e Mônica Somenzari venceram tanto a etapa brasileira, quanto a japonesa da competição. Em 2007, Marcelo Fernandes e Thaís Jussim venceram no Brasil. Em 2008, Gabriel Niemietz e Jéssica Campos foram campeões na etapa brasileira e venceram também a etapa mundial. Em 2009, a dupla Geraldo Cecílio e Renan Aguiar venceu a etapa brasileira. Em 2010 a dupla Gabriel Niemietz e Kaoli foram campeões da etapa brasileira e segundo lugar no mundial.

[editar] Cosplay em Portugal

A primeira vez que se ouviu o termo cosplay em Portugal foi em 1997, quando alguns fãs da cultura japonesa decidiram caracterizar-se como suas personagens preferidas de anime, mangá e videogames e como os seus ídolos de j-music. Enquanto isso, o cosplay dava já largos passos pelo mundo fora arrastando consigo uma legião de fãs na América, Ásia e Europa. Desde 1997 até o presente, muita coisa mudou.
Os eventos de cosplay aumentaram. Já se realizam de norte a sul do país, enquanto, em 1997, apenas se realizava em Lisboa e apenas uma vez por ano. É visto por muitos pais como um passatempo saudável e enriquecedor, devido ao facto de os cosplayers terem de criar os seus próprios fatos, realizando, muitas vezes, verdadeiros atos de engenho e criatividade. O cosplay é visto pelos pais também como uma alternativa a outras formas de entretenimento dos filhos, como o computador e a televisão. Alguns críticos, porém, discordam de benefícios do cosplay e afirmam que é uma perda de tempo e dinheiro, sendo que muitos consideram o cosplay "coisa de crianças".
Por seu lado, os defensores do cosplay afirmam que este é hoje em dia mais do que um passatempo, considerando-o uma forma própria de arte, por meio da qual os artistas (cosplayers) podem expressar o seu afeto por determinados tipos de personagens, vestindo-se e agindo como elas por um dia. Argumentam ainda que o cosplay permite conhecer pessoas novas e criam novas amizades, considerando-o também como uma boa forma de os mais tímidos tornarem-se mais sociáveis, extrovertidos e confiantes em si mesmos. Tanto adultos como crianças podem participar pois não há limite de idades, ou seja, se pais e filhos fizerem cosplay, podem entreajudar-se, fortalecendo o laço existente entre ambos e estimulando a criatividade, por terem de pensar juntos sobre como irão fazer tal tipo de roupa ou acessório mais rebuscado, que ninguém ousa fazer. Mas, acima de tudo, o que dizem ser mais importante é a diversão, tanto na manufatura dos fatos como no seu uso, considerando-a a razão principal por se ver, cada vez mais, o grupo de cosplayers portugueses a aumentar de evento para evento.
Não só os pais se estão a aperceber das coisas boas que advêm de se fazer cosplay, incentivando os seus filhos a participar, como também outros menos jovens decidem juntar-se ao grupo devido a comentários que ouvem através dos seus colegas, amigos e até mesmo vizinhos. Alguns decidem primeiro acompanhar os seus amigos para verem como é, para saber se gostam ou não. Outros vão por iniciativa própria e até mesmo por curiosidade. Mas, no final, muitos são os que dizem entusiasmados que irão participar no próximo evento de cosplay.
Outros reclamam a criação de uma associação/comunidade para os cosplayers, onde se abordem temas como a localização dos eventos e os transportes; dúvidas, esclarecimentos e sugestões sobre os fatos que estão ou vão fazer, assim como o material (qualidade, preço, locais onde se encontram à venda), a criação de formas de irem todos juntos, dependendo da área onde moram e ainda coordenação de pedidos de apoio ás câmaras municipais; encontros (meets) e outros temas.

[editar] "Caça-níqueis" x "Pró-diversão"

Cosplayers de Bleach.
O termo "caça-níqueis" refere-se ao cosplayer que pratica a atividade com espírito competitivo e disputa financeira, em contraste com o cosplayer "pró-diversão", que dela se vale pela diversão.[carece de fontes?] Conquanto possa haver predominância de uma, é claro que podem coexistir as duas modalidades. Contudo há quem diga que a competição faz parte, e o perfeccionismo é a chave para ser considerado um bom cosplayer. Daí surgirem dilemas como: "Cosplay: Diversão ou Competição?"[carece de fontes?]

 Teatro cosplay

Essa modalidade de cosplay foi criada pela empresa Yamato Comunicações e Eventos para o evento Anime Friends 2003 e, de maneira prática, é o que o nome sugere: uma apresentação teatral envolvendo cosplayers. Existem grupos espalhados por todo o Brasil que se dedicam exclusivamente em promover espetáculos de "Teatro Cosplay", com a mera finalidade de entretenimento.














sábado, 5 de novembro de 2011

##Oi gente aki e a mariana nao tenho entrado muito no blog utimamente por causa do pc mas agora ja ta tudo certo e vou entra mas vezes em breve mas videos e atualiçao pra vçs beijokass e muitts abraçs ate mas...& cont #nos siguindo ta bjss gente ate logo mas com nova coisinhas pra vç$$###  

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MariMoon e Mariana Rios arrasam no look do VMB 2011!

Confira as produções das famosas na premiação da MTV brasileira!

Rolou ontem (20/10) em São Paulo o Video Music Brasil, premiação da MTV brasileira que elege os melhores da música! E é claro que, além de acompanhar os artistas mais premiados, ficamos de olho também nos looks das famosas:



MariMoon foi o grande destaque da noite! A VJ escolheu um vestido preto com saia com camadas de tule na saia e um corpete de couro com "mangas" que pareciam uma escultura!



O cabelo pink que a gente já conhece estava mais colorido, com dreads roxos. No make, MariMoon apostou na sombra glitter com mega cílios postiços e uma espécie de delineador bem diferente! E lembra que ela contou pra gente que lançará uma coleção de esmaltes? Ontem ela já estava usando uma das cores da linha! Linda, né?



Outro destaque fashion foi a Mariana Rios, que se jogou na polêmica tendência da barriguinha de fora combinando saia e blusa de renda preta sobre fundo nude, bem sexy!



Dani Calabresa apostou em um modelo bem divertido! Que tal o vestido temático da humorista?



Pitty e Mallu Magalhães escolheram duas versões de paetês; Titi Müller apostou na combinação fashion do nude com o laranja bem forte. Claudia Leitte também se jogou em uma cor vibrante: a escolha foi o vestido azul com fenda.



Look das tops: a modelo e VJ Carol Ribeiro escolheu o longo preto, superelegante! Já Ellen Jabour e Carol Trentini preferiram looks mínis: mais fashion para a Ellen e romântico para a Carol!

Gostaram dos looks? Qual seu favorito?

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dona Florinda - teen glitter rock!




































Atitude rocker. Essa é a essência da coleção apresentada pela grife Dona Florinda, queridinha das jovens cearenses. Contrastes de comprimento, texturas, cores e muito glam sinalizam para uma garota antenada, independente e, claro, super fashion!

O desfile, que contou com a celebridade da internet e vj da MTV Mari Moon, inspirou . Numa vibe street e descolada, muitas peças vieram em jeans, sempre em lavagens diferenciadas, com aspecto desgastado. Skinnys, cigarretes, leggings  e um saruel discreto marcaram presença. No styling, meias-calças pretas se evidenciavam em vários looks – sem contar as luvas pretas com paetê: glamour total! Um truque legal de passarela foi o uso de uma segunda pele que se assemelhava a tatuagens na pele das modelos.

Imersa nessa universo, a coleção abre espaço para um grande leque de cores. Predomina, naturalmente, o preto, seguido por uma gama de tons pastéis – nude, caramelo, off-white, azul clarinho – e nuances mais sóbrias, como verdes, roxos e branco.

Texturas diferentes também apareceram. Além do brilho do paetê, vieram malhas com efeito pilling, xadrezes (padrão inglês e pied de poule). As tachinhas invadiram grande parte dos looks, além de detalhes metalizados: tudo bem a cara da coleção.